“Já superamos a crise de 2014”, diz ele
À frente da presidência da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) desde maio do ano passado, Ormando José Pires Júnior afirma que 2014 foi um dos anos mais difíceis para a companhia, mas avalia que foi também o de maior superação. Funcionário da Comurg há 27 anos, o atual presidente assumiu o cargo durante a chamada “crise do lixo”, quando a coleta na capital ficou suspensa por semanas, no primeiro semestre de 2014.
Questionado sobre a atual situação da companhia, Ormando, que visitou a sede do jornal A Redação na última quinta-feira (29/1), garante que a coleta está normal em toda a cidade, inclusive nos bairros periféricos. “No Setor Marista e em bairros mais centralizados, por exemplo, a coleta é feita de segunda a sábado. Em bairros mais afastados a coleta é feita em dias alternados, três vezes por semana. Acreditamos que é uma frequência que dá conta da demanda.”
Mudanças
Ormando ressalta que, assim que assumiu a presidência, intensificou o trabalho e realizou algumas mudanças que ele considera “vitoriosas”.”Começando com a substituição da frota. Nós tínhamos 60 caminhões locados e nós substituímos por caminhões da frota própria. Passamos a contar com sete mini-caminhões compactadores, que realizam a coleta em vielas e ruas estreiras, onde o outro veículo não entra. Para a coleta hospitalar, colocamos nas ruas três veículos muito modernos, outra conquista!”, diz.
O presidente reconhece que a Comurg passou por um período de constantes problemas mas, para ele, não há mais motivos para reclamações. “Nossa preocupação maior foi voltar a mostrar o real valor da companhia para a sociedade. Trabalhamos, mais do que nunca, com planejamento para que esses problemas não voltem a atrapalhar o cronograma.”
Por determinação do prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, Ormando revela que mudanças e cortes para redução de despesas também atingiu a companhia. “Posso citar a redução de diretorias e de comissionados. A gente percebe que o momento pede esse corte. Estamos vendo essa medida no governo federal e no governo estadual, que realizou cortes até na Segurança Pública. Hoje, o problema econômico é muito abrangente. Estamos tentando otimizar a mão de obra para alcançar essa contenção de despesas. Desde que eu assumi, cerca de 150 cargos comissionados foram cortados da Comurg. Mas houve também a diminuição de gratificações. Eram 10 diretorias, hoje são seis.”
Fonte: A Redação

